Receita de brigadeirão

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Fazer receita de brigadeirão, não é uma coisa muito comum por aqui. Mas a ocasião pedia uma extravagância. Além das férias escolares, marcamos um encontro familiar com s sobrinhas para ir ao cinema ver a nova versão do Rei Leão. Antes do cinema, fizemos um momento sanduba, aqui em casa, que pedia uma sobremesa.

Contextualizando o filme

Assistir o filme do Rei Leão trouxe memórias afetivas. Foi ótimo relembrar o desenho da Disney e toda a sua beleza. E claro, trouxe comparações entre os filmes. Entender as alterações que atualizam o tema ao mundo contemporâneo. Inclusive fizemos uma sessão para rememorar o desenho antes de irmos ao cinema.

No novo filme, como não destacar a mudança no enredo da vilania do Scar, por exemplo? Diferente de outros filmes da Disney, o Leão tem uma postura de vilania e maldade sem precisar utilizar ou fortalecer estereótipos comuns nos filmes anteriores. Outra diferença é o destaque dado ao novo discurso do Scar, que diz que vai “liberar as regras para que os fortes possam livremente caçar os fracos”. Em outras palavras, o que o Scar oferece para fazer a aliança com as ienas, é diminuir o poder regulador do Estado. Sabe aquele discurso que o Estado precisa acabar, que as coisas só funcionam se houver milicias e se for tudo privatizado?

É necessário ir ao cinema bem alimentado e ter bom estômago para ouvir o Scar dizer que a “barriga das ienas nunca está cheia”… O que quer dizer que as ienas não vão comer o quanto precisam, mas vão comer o quanto puderem… As ienas não se preocupam em manter o equilíbrio. Elas esgotam os recursos naturais. Em síntese, as ienas se tornam o Estado. Hummm… Isso soa familiar, não?

O filme, além de lindo, é uma boa possibilidade para pensarmos sobre o mundo atual.

Guardaremos uma linda lembrança deste dia. Um bom filme, boa conversa, a alegria de estarmos juntos. Enfim, a memória deste dia teve brigadeirão para lembrarmos que a presença de quem a gente gosta e os encontros que nos alimentam.

Receita

  • 2 latas de leite condensado
  • 1 xícara (250ml) de leite integral
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 6 gemas
  • 4 colheres de sopa de chocolate em pó (50% de cacau)
  • chocolate granulado para a cobertura (usamos um que é produzido a partir de farinha de mandioca, o único que não é transgênico)

Unte uma forma de pudim de 20cm de diâmetro com manteiga e polvilhe com açúcar. Reserve.

Preaqueça o forno a 200ºC.

Prepare um banho-maria. É assim: coloque uma assadeira na grade mais baixa do forno e encha até a metade com água bem quente.

Para fazer o pudim basta bater todos os ingredientes no liquidificador, menos o chocolate granulado.

Coloque primeiro os líquidos no copo do liquidificador e em seguida o chocolate. Bata até ficar bem homogêneo e passe a mistura para a forma preparada. Cubra com papel alumínio e coloque dentro da forma do banho-maria.

Asse por aproximadamente 1h 30min, observando se a água não começa a secar – se secar vá completando, senão o pudim talha e perde a cremosidade.

Dá pra ver se está pronto se o pudim estiver firme, mas ainda meio balançando no centro. É como o pudim de leite.

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