Spaghetti carbonara com abobrinha

Facebooktwittergoogle_plusredditmail
Print Friendly

Como era sexta-feira e o dia havia sido puxado, o jantar para receber os amigos jornalistas Edson Burg (@edsonburg) e Rafaela Mazzaro (@rafaela_mazzaro) precisava ser prático e rápido. Uma massa sempre cai bem nestes casos e um carbonara é uma opção infalível. Para dar um toque especial acrescentei umas coisinhas na receita tradicional.

Muita gente critica o molho carbonara por causa da presença do bacon, mas é possível aproveitar o sabor inigualável da iguaria sem entupir as artérias com sua gordura. Aliás, o bom carbonara exige que se descarte boa parte da gordura para que ele ganhe uma leveza surpreendente.

A massa se faz como sempre. Espaghetti cozido em água e sal. Al dente.

Molho carbonara

Na frigideira bem quente coloca-se uma boa quantidade de bacon picado miúdo. Use porções equilibradas dos pedaços mais gordos com os mais carnudos. Deixe a gordura derreter até que o bacon fique quase em ponto de torresmo. Lembre-se que o nome carbonara vem de carbono, ou seja queimado, ou quase queimado, no nosso caso. Caprichosamente retire a gordura excessiva da frigideira com uma colher. Este é o pulo do gato para manter o máximo de sabor e excluir o peso indesejável da gordura.

Nesta receita acrescentamos um toque diferente e opcional: Uma abobrinha com casca, cortadas em fatias que são novamente cortadas em quatro partes resultando triângulos. Refogue rapidamente a abobrinha junto com o bacon, mas não deixe que ela perca a crocância que vai dar um toque especial no prato.

Numa tigela misture um pote de creme de leite fresco, de preferência em temperatura ambiente, e uma gema para cada duas pessoas. Reserve.

Quando a massa estiver no ponto escorra-a e leve-a para frigideira junto com o bacon e a abobrinha e misture, deixando que ela frite rapidamente. Polvilhe a massa com porção farta de parmesão. Com o fogo desligado acrescente o creme com as gemas e misture bem. Por fim um substancioso punhado de salsinha, um tomate picado sem sementes (só para dar “alegria” ao prato) e mais parmesão.

Acompanhou um pãozinho caseiro, na medida para arrematar aquele molhinho que fica no prato ao final.

Não tem mistério e fica um show.

 

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*